Ó Jesus, meu Amor... minha vocação, enfim, eu a encontrei, minha vocação é o Amor!
Boa Tarde! São José dos Campos, segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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“Sem o Espírito, a Igreja consumiria as próprias forças”


25/05/2010

          Não há Igreja sem Pentecostes, disse o Papa na manhã de domingo, antes da oração do Regina Coeli na Praça S. Pedro. "De fato, disse Bento XVI, a Igreja vive constantemente da efusão do Espírito Santo, sem o qual ela consumiria as próprias forçar, como um barco à vela ao qual falta o vento". E esse Pentecostes se renova de modo especial em alguns momentos importantes, em nível local e universal, em pequenas assembleias e em grandes convocações, desde o Concílio Vaticano II às reuniões locais de oração, "em que os jovens sentem claramente o chamado de Deus a radicarem sua vida no seu amor".
          E não há Pentecostes sem Nossa Senhora – concluiu o Papa –, é sempre assim e assim foi poucos dias atrás em Fátima, onde "todos eram um só coração e uma só alma", uma multidão que viveu um renovado Pentecostes.

 

“A Igreja, casa de toda a família humana”  

          A Igreja deve ser, sempre e em todos os lugares, católica e universal, "a casa em que cada um se reconhece". Foi o que disse o Papa, na homilia da missa de Pentecostes, celebrada no domingo na Basílica vaticana.

          A Igreja é por sua natureza una e múltipla, destinada a viver em todas as nações, em todos os povos, nos mais diferentes contextos sociais. Ela responde à sua vocação, de ser sinal e instrumento de unidade de todo o gênero humano somente se permanece autônoma de cada Estado e cultura particular.

         A partir de Pentecostes, explicou Bento XVI, o Espírito Santo, potente autocomunicação de Deus, se inicia "um processo de reunificação entre as partes da família humana, divididas e separadas", que se abrem à experiência da comunhão.
         O Espírito é chama que arde mas não destrói, acrescentou o Papa, mas transforma, porque deve consumir as escórias que corrompem o homem e dificultam sua relação com Deus e o próximo. Isso nos provoca medo, è o temor que seguir Cristo nos prive da liberdade, mas "quem se entrega a Jesus experimenta já nesta vida a paz e a alegria do coração, que o mundo não pode dar nem pode subtrair, uma vez que nos foi oferecida por Deus".

Fonte: http://www.h2onews.org/portugues

 

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