Ó meu Jesus, lutarei por vosso amor até à noite da minha vida.
Boa Tarde! São José dos Campos, segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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10° DOMINGO DO TEMPO COMUM - Mc 3, 20-35 - As importantes lições que o evangelho nos ensina.


10/06/2012

No Evangelho deste domingo encontramos vários ensinamentos para nossa vida de cristãos.
A atitude dos parentes de Jesus que, surpreendendo-se com o seu jeito de agir, querem agarrá-lo, por acharem que perdeu o juízo, nos faz pensar no desejo de domínio que essas pessoas querem ter sobre ele. Isso pode acontecer ainda em nossos dias, quando não se aceita a liberdade com que Deus age. Há muitas pessoas que, por causa de sua dedicação à religião, acham que Deus deve fazer sempre aquilo que querem e se decepcionam com Ele quando seus pedidos, orações e necessidades não são atendidos.
 Será que o ser humano tem o direito de determinar  o que Deus deve ou não fazer?
Ao combater a interpretação errada que os Mestres da lei dão aos seus gestos, sobretudo a expulsão de demônios, Jesus nos fala da impossibilidade de um reino permanecer em pé, se tiver divisão interna. Com isso nos ensina que o mal não pode ser vencido com o mal. Para vencer o mal é preciso fazer algo diferente dele, algo positivo, com força para destruí-lo. Onde chega o bem, o mal cessa.
Estamos convencidos de que somente nosso compromisso com os ensinamentos de Jesus irá transformar a realidade em que vivemos?
Jesus fala que todo pecado será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão. A blasfêmia contra o Espírito Santo é o não reconhecimento de sua presença e inspiração e o fechamento à sua ação. Uma pessoa que esteja totalmente fechada a Deus, não se deixe iluminar pelo seu Espírito e nem ser convencida pelo seu amor a ser diferente, permanecerá neste estado para sempre, porque não permite que nem Deus a ajude.
Temos percebido a presença do Espírito Santo em nossa vida e nos deixado conduzir por Ele para viver mais autenticamente o seguimento de Jesus?
Finalmente, Jesus diz que os seus verdadeiros parentes são aqueles que fazem a vontade de Deus. Com isso Ele não despreza sua mãe e aqueles que a acompanhavam (embora chamados de irmãos, eram na verdade, primos de Jesus), mas revela que o parentesco com ele não se dá apenas através dos laços de sangue, mas também pelo seguimento fiel e pela imitação de sua pessoa. Jesus aumenta a possibilidade de que todos, pela fé, façam parte de sua família. Ser parente de Jesus por causa do sangue é a graça do privilégio, que encontra sua razão na história, mas ser seu parente por causa do compromisso com o Evangelho é o privilégio da graça, cuja raiz é a misericórdia divina.
Como temos aproveitado deste privilégio que o Senhor tem nos concedido cada dia?


Pe. Edinei Evaldo Batista
Administrador Paroquial

 

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