Eu vos suplico, ó meu Deus, enviar-me uma humilhação cada vez que eu tentar me elevar acima dos outros.
Boa Tarde! São José dos Campos, segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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22º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Mc 7,1-8.14-15.21-23 - Viver a religião do amor e não das regras


02/09/2012

No Evangelho deste domingo vemos Jesus “puxando a orelha” dos fariseus por causa da crítica que fizeram ao fato dos discípulos comerem sem fazerem o ritual de purificação previsto. Jesus ensina a eles a e nós o que é mais importante na vivência religiosa.
Os fariseus sempre foram criticados por Jesus porque praticavam uma religião que se preocupava somente com as coisas externas.
Eram perfeitos observadores de regras criadas por eles mesmos, mas que não modificavam as pessoas para melhor. Apenas serviam para fazer com que os próprios se sentissem mais do que os outros, por pareceram ser perfeitos cumpridores da vontade de Deus, e criticassem aqueles que não agiam como eles.
Ao contrário deles, Jesus viveu e ensinou uma religião comprometida com o amor, do qual nascem atitudes novas para com as pessoas. Essa religião é que faz diferença, aperfeiçoando tanto a pessoa que age bem quantos os outros que recebam os frutos dessa ação.
O objetivo do cristianismo é transformar as pessoas, incentivando-as a amar, a perdoar, a servir, a dar a vida pelos semelhantes, a fim de se tornarem semelhantes a Jesus.
Aquilo que Jesus disse aos fariseus também serve para nós, pois, às vezes, praticamos a religião das coisas externas, dando-nos por satisfeitos quando cumprimos as regras: ter recebido os sacramentos do batismo, crisma, eucaristia e matrimônio, não faltar às missas nos domingos, rezar o terço diariamente, ofertar o dízimo etc. E com isso ainda nos sentimos no direito de criticar e condenar os outros que nem isso fazem.
Agir dessa maneira nos faz ser os fariseus dos tempos modernos.
É preciso que cuidemos de viver a religião como caminho para chegar à troca do nosso coração com o de Cristo, assumindo em nossas práticas o seu jeito, para edificar os outros. Do coração de Cristo brota o amor, a bondade, a mansidão, a misericórdia, a humildade, a alegria, a confiança, o perdão, a paz e tantas outras virtudes que fazem bem a todos.
Portanto, a religião vivida e ensinada por Jesus é a do coração novo do qual saem somente coisas boas que renovam as pessoas e a sociedade.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Administrador Paroquial

 

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