Tu sabes bem, meu único martírio é teu amor, Coração Sagrado de Jesus!
Bom Dia! São José dos Campos, quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Avisos Paroquiais
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Catequese Semanal - Artigos do Credo - 1º dia


25/10/2012

Desde o dia 11 de outubro estamos celebrando o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI como ocasião para um novo impulso missionário na ação da Igreja.
Os objetivos do Ano da Fé são: 1) Promover a conversão; 2) Fortalecer a fé; 3) Intensificar o anúncio de Jesus Cristo.
A fé não é simplesmente um ato da inteligência que afirma que Deus existe.
 Trata-se da vida vivida em conformidade com essa afirmação. Fé é abertura a Deus, aos seus projetos para nossa vida. É acolhimento de Jesus Cristo, sua mentalidade e suas propostas em nossa história pessoal.
Não é possível pressupor a fé como algo pronto e permanente em nós.
Há muitas pessoas que depois de um tempo acabam se declarando sem fé, ou abandonando um estilo de vida baseado no Evangelho para abraçar outro totalmente contrário.
O nosso tempo e a nossa sociedade já não são caracterizados pelos valores provenientes da fé.
Tudo isso nos coloca, como Igreja, diante da responsabilidade de cuidar da fé para que ela faça diferença em nossa vida e na vida dos outros, por nosso intermédio.
Quatro verbos indicam os modos concretos de vivermos o Ano da Fé: Aprofundar, celebrar, confessar e testemunhar.
A nossa catequese semanal sobre o Credo quer ser um meio para nos ajudar a aprofundar a fé.
A palavra Credo (creio, em latim) designa o resumo ou elenco das principais verdades de fé que norteiam nossa vivência religiosa.
Quando o recitamos, nos domingos, solenidades e festas litúrgicas, nós professamos a nossa fé, ou seja, a reconhecemos publicamente, a declaramos, a mostramos. Ao mesmo tempo, nós a assumimos e com ela nos comprometemos.
Por isso, um primeiro compromisso que podemos assumir no Ano da Fé é recitar o Credo com a consciência de que ao fazê-lo estamos mostrando o que cremos e assumindo um estilo de vida de acordo com tais verdades. Devemos cuidar para não recitar o Credo de maneira automática e distraídos.
O Credo é também chamado Símbolo. O significado desta palavra aplicada à profissão de fé está na cultura grega. A palavra grega symbolon, significava a metade de um objeto quebrado que era apresentada como sinal de reconhecimento. Quando juntada à outra parte servia para verificar a identidade do portador.
O Credo, como símbolo da fé, é um sinal de reconhecimento e de comunhão entre os crentes. Na diversidade de pessoas e de culturas, somos uma família a partir da mesma fé que professamos no Credo.
Há duas fórmulas ou duas versões básicas do Credo: uma mais breve (Credo ou Símbolo Apostólico) e ou mais longa (Credo ou Símbolo Niceno-constantinopolitano).
A primeira fórmula, que mais usamos, remete ao tempo dos Apóstolos, como expressão da fé que eles viveram e transmitiram. Possui 12 artigos, fazendo referência aos 12 Apóstolos.
É o mais antigo e era usado nas cerimônias do Batismo na comunidade de Roma.
A segunda fórmula é resultante dos dois primeiros Concílios Ecumênicos: Nicéia (325) e Constantinopla (381). Quando esta versão do credo foi composta, algumas verdades de fé estavam sendo postas em questionamento e desvirtuadas de seu verdadeiro sentido pelas heresias. Então os Concílios refletiam e rebatiam as heresias, confirmando a fé verdadeira. Por isso, o Símbolo Niceno-constantinopolitano detalha um pouco mais os artigos de fé que apresenta.
O Catecismo da Igreja Católica expõe o Credo a partir do Símbolo Apostólico, recorrendo às expressões do Símbolo Niceno-constantinopolitano quando se trata de esclarecer melhor uma verdade de fé.
Pe. Edinei Evaldo Batista
Pároco

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