Acho que nesses momentos de grande tristezas tem-se a necessidade de olhar para o céu em lugar de chorar...
Boa Tarde! São José dos Campos, segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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5º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Lc 5, 1-11 - Na observância da Palavra de Deus, tornamo-nos pescadores de homens


10/02/2013

A grande quantidade de peixes que os discípulos de Jesus pescaram os preparou para a missão que o Senhor lhes havia de confiar: serem pescadores de seres humanos.
Refletindo este trecho do Evangelho, na liturgia do 5º domingo do Tempo Comum, somos convidados a tornar-nos ajudantes do Salvador para trazer de volta à vida que Deus quer para os seus filhos as pessoas dominadas pela mentalidade do pecado.
Para que a pescaria dos discípulos tivesse sucesso Jesus apresentou-lhes uma condição: afastar-se da margem do lago e ir para águas mais profundas.
Para os novos discípulos de Jesus, que somos nós, essa condição significa o aprofundamento de nossa experiência de fé, que deve levar-nos a seguir radicalmente o Mestre. Trata-se, em outras palavras, de viver a fé não somente nas coisas mais fáceis e aparentes, mas de assumir verdadeiramente os valores que o Evangelho apresenta.
Pedro, em nome dos outros, diz a Jesus “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.
A palavra de Jesus soou diferente aos ouvidos de Pedro e seus companheiros, estimulando-os a fazer diferente daquilo que sabiam pela longa experiência que tinham. Era uma palavra confiável, não porque de um pescador experiente (pois Jesus era carpinteiro!), mas porque de um grande amigo, que queria verdadeiramente o bem daqueles homens simples da Galiléia.
O sucesso de nossos esforços não depende tanto de capacidades extraordinárias que tenhamos, mas do quanto nos comprometemos com a palavra de Jesus. A nossa confiança na segurança de sua palavra e a nossa obediência a ela fazem-nos capazes de coisas novas que surpreendem aos outros e até a nós mesmos.
Como fizeram os discípulos de outrora façamos, hoje, também nós: deixando as velhas barcas que não nos levam muito longe, sigamos a Jesus. Ele é a barca verdadeira que nos abriga dos perigos que o mar da história nos oferece. Ele é a vela que nos leva longe. Ele é o Mestre cujas palavras permanecem e frutificam.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Pároco

 

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