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Bom Dia! São José dos Campos, terça-feira, 17 de outubro de 2017

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15º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Lc 10, 25-37 - Fazer o mesmo que Deus faz para ser gratuitos como Ele e participar de sua alegria


14/07/2013

A parábola do Bom Samaritano, que nos é apresentada neste domingo, é uma belíssima página do Evangelho que chegou até nós por meio do escrito de São Lucas.

Trata-se de uma resposta à pergunta que foi feita a Jesus por um mestre da Lei, que primeiramente quer saber dele o que fazer para alcançar a vida eterna e depois, desejando justificar-se, quem é o seu próximo.

Jesus deixa claro para este homem e para todos nós que o próximo é todo aquele de quem nos fazemos irmãos, com quem nos comprometemos com bondade, generosidade, atenção, respeito e fé, rompendo as barreiras do preconceito e do medo do que vão falar de nós.

A parábola não trata somente da caridade feita a um miserável, com gestos de cuidado e partilha. Vai um pouco além, mostrando a gratuidade com que alguém se aproxima de uma outra pessoa, sem nem saber quem é e muito menos porque está naquela situação. Este gesto é uma iniciativa sem porquê e sem para quê, que deveria ser a marca registrada de todo seguidor de Jesus Cristo, numa concretização da seu ensinamento em Lc 14,13: “Quando deres um banquete não convides teus amigos,mas os pobres, pois eles não têm com te retribuir”.

O Bom Samaritano é como uma fotografia na qual enxergamos Deus e aquele modo de ser que Ele espera de cada um de nós. Assim como uma fotografia essa parábola mostra, revela, encanta e dá o que comentar.

Em primeiro lugar revela a bondade de Deus que vai ao encontro dos caídos ao longo dos caminhos da vida, curando, carregando e investindo sem reservas. Deus é o verdadeiro Bom Samaritano da humanidade.

Depois, a parábola revela ao ser humano que sua vocação e condição de verdadeira felicidade é “fazer o mesmo”, isto é, como o Divino Bom Samaritano ir ao encontro dos caídos que esperam a misericórdia dos corações alcançados e transformados por Jesus.

O Evangelho deste domingo convida-nos todos a não passar pelo outro lado, mas a entrar na sua dinâmica e assumir seu significado e sua força para experimentar a alegria que nasce de viver na gratuidade como Deus e vive e de resgatar os caídos para a vida plena.

 

Pe. Edinei Evaldo Batista

Pároco

 

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