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17º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Lc 11, 1-13 - Em gestos e palavras Jesus nos ensina a rezar


28/07/2013

Do ensinamento de Jesus para a nossa vida aprendemos, neste domingo, a importante lição da oração.

A narrativa do Evangelho começa dizendo que os discípulos pediram a Jesus que lhes ensinasse a rezar. Fizeram isso depois de terem visto Jesus rezando em um certo lugar. Isso no faz pensar que o jeito de Jesus rezar era especial e despertou nos discípulos a vontade de imitá-lo.

Assim também deveria ser conosco, pois na oração de Jesus está o modelo de nossa prática de oração. Não se trata, simplesmente, de receber fórmulas d’Ele, mas de aprender o seu jeito simples, familiar, amoroso e frutuoso de se relacionar com o Pai. Se rezássemos como Jesus com certeza nossa vida cotidiana seria semelhante à d’Ele, cheia de gestos de bondade, misericórdia, fraternidade e alegria para com os irmãos e de louvor, gratidão e confiança para com Deus.

Muito melhor seria ainda se o nosso modo de rezar também despertasse nas outras pessoas a vontade de rezar bem. Que bom se os outros nos pedissem para ensiná-los a rezar exatamente por causa da admiração que causamos a eles com nosso jeito de nos dirigir a Deus. Nesse caso nem precisaríamos falar muito para evangelizar, pois nossa prática de vida já seria evangelizadora.

Poderíamos adotar o próprio pedido dos discípulos (“Senhor, ensina-nos a rezar”) como uma fórmula de oração, pedindo assim, ao Senhor a graça de uma oração fecunda, como a d’Ele.

A resposta de Jesus ao pedido dos discípulos é a oração do Pai Nosso, que não se trata apenas de uma fórmula, mas revela-se como expressão, em palavras, de uma postura diante de Deus. O Pai Nosso é a oração de filhos que se sabem amados, por isso amam, confiam e esperam. É a oração humilde e confiante que pede o que é mais importante, se contenta com o necessário e se compromete a fazer a vontade do Pai por acreditar que é o melhor caminho.

Por último Jesus recomenda aos discípulos de ontem e de hoje, isto á, a nós, que a oração seja perseverante e insistente. Isso, contudo, não deve ser compreendido de modo quantitativo, mas de modo qualitativo. A intensidade da oração deve ter o tamanho da confiança. Por isso mesmo, a oração para ser cristã, ou seja, para ser como a de Jesus, não pode assemelhar-se a uma lista de compras apresentada a Deus com nossas necessidades, pois se tornaria imposição de nossa vontade a Ele. A oração cristã verdadeira é entrega humilde e confiante, que espera o melhor que podemos pensar e querer, mas que também aceita o melhor pensado e querido por Deus.

Deus não nos dá sempre o que queremos, mas com certeza não nos deixa faltar o que precisamos. A oração cristã deve ter isso por pano de fundo. 

Pe. Edinei Evaldo Batista

Pároco

 

 
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