Eu vos suplico, ó meu Deus, enviar-me uma humilhação cada vez que eu tentar me elevar acima dos outros.
Bom Dia! São José dos Campos, terça-feira, 17 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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3º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Mt 4,12-23 - No gesto e na palavra de Jesus está o indicativo de nosso apostolado


26/01/2014

No batismo Jesus foi apresentado pelo Pai como o Filho Amado no qual está a fidelidade que alegra o coração de Deus. Logo após a prisão de João Batista, conforme narra o Evangelho deste domingo, Jesus começa sua missão de anunciador do Reino de Deus.
O primeiro ato de Jesus no cumprimento de sua missão foi mudar-se de Nazaré para Cafarnaum. Fez isso para realizar a profecia de Isaías, segundo a qual "o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz e para os que viviam na região da morte brilhou uma luz". Mateus identifica essas pessoas com aqueles que habitavam do outro lado do mar da Galileia, ao redor de Cafarnaum, fazendo deles os primeiros destinatários da Boa Nova da salvação.
Vemos então, que Jesus começa sua missão indo ao encontro de quem está nas periferias, dos sofredores, daqueles que eram mal vistos, mal falados, dos que não levavam uma vida merecedora de aplausos.
Mostra-nos que o Evangelho é, em primeiro lugar para os esquecidos, desprezados e necessitados, como sinal de que Deus não os esqueceu, não os despreza e socorre suas necessidades.
Com isso Jesus  mostra que sua missão é resgatar quem está perdido.
O gesto de Jesus, assim como suas palavras de convite à conversão, deve nos provocar para que nosso testemunho de vida e nosso apostolado sejam vividos nessa mesma direção.
Em nossa paróquia, e até mesmo em nossa família, há muitos que estão na periferia, não somente geográfica ou social, mas sobretudo da vivência comunitária da fé. Há muitas pessoas que ainda não participam de nossas missas e outras celebrações paroquiais; há muitas crianças e jovens que não frequentam a catequese; há muitos que sequer sabem como se comportar dentro de uma Igreja, exatamente porque nunca pisaram aí. São homens e mulheres que passam por desafios, sofrimentos, doenças, desemprego, problemas familiares, perdas de entes queridos etc. Experimentam as trevas e precisam da luz de Cristo que veio para iluminá-los, mas que deve chegar a eles por meio de nós.
Como Jesus temos que ter a coragem de deixar a comodidade de Nazaré, isto é, a tranquilidade do nosso modo costumeiro de viver a fé e de realizar nosso apostolado e começar um jeito novo de ser paróquia e de seguir e anunciar Jesus  Cristo. Devemos ter preocupação e interesse por aqueles que não caminham conosco e tomar a iniciativa de ir ao seu encontro para ouvir o que pensam, como gostariam de ser vistos e acolhidos, suas críticas a nosso modo de ser cristãos e o que esperam de nós.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Pároco Paróquia Santa Teresa do Menino Jesus
Diocese de São José dos Campos - SP

 

 
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27-01 - 02-02-2014 (3).pdf

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