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Bom Dia! São José dos Campos, terça-feira, 17 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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6º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Mt 5,17-37 - Os seguidores de Cristo têm uma nova mentalidade e uma nova prática


15/02/2014

No Evangelho deste domingo encontramos um grande discurso de Jesus sobre as práticas de vida que devem caracterizar os seus seguidores. Tudo o que é dito por Jesus deve ser compreendido da seguinte maneira: quem o segue deve pensar e agir com os critérios e valores anunciados e vividos por Ele.
Jesus se apresenta, inicialmente, como o perfeito cumpridor da vontade do Pai, não somente na sua exterioridade, isto é, na letra, mas no seu significado. Por isso Jesus diz que a justiça dos cristãos, isto é, sua santidade, deve ser maior que a dos fariseus, ou seja, os cristãos devem assumir uma nova mentalidade e um novo jeito de viver e não apenas cumprir exteriormente preceitos religiosos para serem notados e elogiados pelos outros.
A nova mentalidade que deve motivar o agir cristão é o compromisso com os semelhantes, sem exceção. Esse compromisso deve ser assumido concretamente no respeito pelo outro (não matar, não guardar rancor, não ofender) e na iniciativa de tomar a iniciativa que abre caminho para a reconciliação (deixar a oferta e ir ao encontro de quem tem algo contra mim). Em outras palavras: os cristãos devem priorizar a vivência pacífica com seus semelhantes para prestar um culto que agrade, verdadeiramente, a Deus.
O agir cristão, como algo novo a ser vivido, deve também mostrar-se nas intenções e no controle da vontade. Jesus mostra que algumas intenções, mesmo que não se concretizem transgridem a vontade divina. Cortar a mão ou o pé ou arrancar o olho quando levam a pecar, é ser capaz de renunciar a agir movido pelos impulsos e escolher a prática indicada pela inteligência e pelo coração, cheio da presença divina.  O ser humano tem a capacidade de dominar seus impulsos para conformar-se ao plano de Deus e contribuir para uma vivência harmoniosa, respeitosa e construtiva com seus semelhantes.
Para os cristãos a fidelidade matrimonial é algo muito sério e deve ser assumido como compromisso de vida, excluindo assim a possibilidade do divórcio, que embora tolerado pelos homens, não é querido por Deus.
Finalmente, Jesus ensina que os cristãos não devem jurar pelas coisas, isto é, a verdade do que afirmam e a responsabilidade com aquilo que prometem não devem ser garantidos pelas coisas, mas pela firmeza do coração que conhece claramente a vontade de Deus e com ela se compromete.
Quando agimos de acordo com as orientações dadas por Jesus nos tornamos mais livres, mais plenos e mais capazes de ajudar os outros a fazerem essa mesma experiência.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Pároco Paróquia Santa Teresa do Menino Jesus
Diocese de São José dos Campos - SP

 

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