E eu que desejava o martírio, é possível que morra em um leito!
Boa Tarde! São José dos Campos, segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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17º DOMINGO DO TEMPO COMUM - Mt 13, 44-52 - Deixar tudo para viver em comunhão com Jesus é possuir o Reino dos Céus


27/07/2014

Novamente encontramos Jesus falando em parábolas sobre o Reino dos Céus. 
Reino dos Céus é uma expressão usada por Jesus para falar do mistério do amor de Deus por nós e do quanto Ele deseja que vivamos dirigidos por sua santa e sábia vontade para sermos verdadeiramente felizes.
As duas primeiras parábolas têm algo em comum: comparam o Reino como um tesouro ou uma pérola expressando-o como algo valioso pelo qual vale a pena desfazer-se de outras coisas que julgamos preciosas para possuí-lo de modo permanente. Mas têm também um diferencial: a primeira fala do tesouro que é encontrado por acaso e, com isso, faz ver que o Reino é dom gratuito oferecido por Deus a toda e qualquer pessoa; a segunda, por sua vez, fala de alguém que está em busca de uma pérola de grande valor, mostrando que o Reino é um desejo escondido no interior do ser humano que, ao percebê-lo coloca-se em marcha até encontrá-lo. Em ambos os casos, entretanto, a posse do Reino só acontece quando há a disposição do ser humano em abrir mão de tudo o que possa atrapalhá-lo de abraçar este novo estilo de vida.
Não somente os padres e pessoas consagradas devem deixar tudo para viver a novidade apresentada pelo amor de Deus, mas todas as pessoas de fé. O Reino dos Céus é a oportunidade que Deus oferece a todos de viver em plena comunhão de vida com Ele, único meio para nos realizarmos como pessoas e sermos felizes já neste mundo e depois na eternidade junto Dele.
A terceira parábola compara o Reino dos Céus com uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. Quando esta rede está cheia é puxada para a praia e os pescadores separam os peixes bons dos que não prestam, recolhendo os primeiros em cestos e jogando fora os outros.
Esta historinha mostra-nos que a oferta de comunhão de vida com Deus é feita a todas as pessoas. Há quem a aceite verdadeiramente assumindo em sua vida todos os critérios apresentados por Jesus. Esses são os peixes bons que serão guardados no cesto da felicidade e da paz, primeiramente neste mundo e depois na eternidade. Mas há também pessoas que só aparentemente vivem como cristãs: são admiradoras de Jesus e até contam com Ele em suas necessidades, mas não assumem prá valer as coisas que Ele fez e ensinou. Essas são os peixes que não prestam, por isso ficarão fora daquilo que Deus apresenta como felicidade verdadeira e duradoura.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Pároco

 

 
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